segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Bullying não é brincadeira

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O que leva um aluno a praticar o Bullying? Qual é a real intenção por traz de apelidos e ofensas? Qual é o sentimento expressado por ele? O que fazer diante essa situação? Quem deve ajudar? Qual o papel da família?
São tantas perguntas que chegamos a ficar confusos. O bullying nada mais é do que a agressão verbal ou física entre alunos de uma mesma faixa etária. Muito comum em escolas públicas e privadas, vem afetando um grande numero de alunos, principalmente nas escolas publicas, onde em muitos casos não há orientação dos pais. Sem o apoio da família, fica complicado  lidar com um problema cada vez maior.
Mas o que leva um aluno a praticar o bullying?
Em muitos casos, os agressores são alunos que querem se sobressair de alguma forma e encontram em outros alunos uma maneira de se expressarem, os oprimindo. Cabe ao orientador educacional junto à família (quando possível) descobrir o motivo desses alunos agir assim, através da conversa, conscientizando-o de seus atos e tratando o problema desse aluno.
Temos que ter outro olhar sobre esse aluno agressor, pois em muitos casos ele pode ser uma vitima de problemas emocionais graves que podem estar levando-o a agir de tal forma.
As vitimas muitas vezes não sabem lidar com o assedio sofrido na escola, e desenvolvem problemas emocionais que por muitas vezes não expressam aos professores ou pais porque se sentem oprimidos ao ponto de não acreditarem que compartilhar o problema vai resolver. Falta-lhe confiança.
Devemos entender que como educadores estamos formando pessoas para enfrentar a vida, e temos que junto com a família (quando possível) solucionar o problema por meio de orientação educacional, trabalhando a autoestima da vitima e incentivando-a a compartilhar o assunto e ajudando ela a lidar com seus sentimentos.


Alunos: Eva Julia da Silva Hercules Marinho   14112080504
              Sara Wagner                                           14212080246
              Wessington B. C. de Carvalho              14212080140  

A VIOLÊNCIA NA ESCOLA E A CULTURA OCIDENTAL

LILIANE CARLA DA SILVA – MATR. 131 120 800 58
MARIA STELLA SANTANA MARANHÃO – MATR. 1320 120 803 06
JOABE SANTOS DUARTE – MATR. 141 120 803 60

O supervisor

Laís de Moraes Couto / 14112080349

O supervisor e orientador escolar

A trajetória do pedagogo enquanto orientador educacional e supervisor escolar remonta mais de um século de história. O americano Frank Parsons foi um dos precursores nas tentativas de aconselhamento, orientação e assessoria pedagógica. Em 1908, Frank dava em Boston, Estados Unidos, os primeiros passos na direção de uma orientação educacional dos alunos “fora dos sistemas educativos formais” (GRINSPUN, 2001, p. 17). Não demorou muito e, no Brasil, como em todos os países era implantado, ainda que inicialmente voltado para a escolha de uma profissão ou ocupação, um trabalho de orientação educacional. Ligado à orientação educacional e à supervisão escolar, o pedagogo foi pouco a pouco sendo desafiado a repensar e alargar seu campo de atuação dentro da escola. Mais do que especialista ou ‘catedrático’ em uma determinada área do conhecimento, precisava ele mostrar-se apto também no serviço de aconselhamento acadêmico, de seleção e orientação profissional. Ainda na década de 20, o governo brasileiro mostrava-se interessado em promover o acesso à educação para todas as pessoas. Era preciso, a qualquer custo, ‘abafar os descontentamentos’ com a grave crise social e política que assolava o país. O caminho mais curto era facilitar, pela escolaridade, a ascensão social. Já na década de 30 é o ‘Manifesto dos Pioneiros’ que vai selar outro passo importante na história de implantação da orientação e supervisão pedagógica dentro do espaço escolar. Questionavam-se os princípios e procedimentos educacionais vigentes, fomentando a busca de uma educação integral do ser humano. Em dois anos, a Associação Brasileira de Educação estaria oferecendo um “curso de extensão sobre a orientação educacional. Contudo, certa indefinição pairava ainda no ar quanto às funções da orientação educacional e a de seus profissionais. Qual 878 papel deveria desempenhar nas escolas? Só em 1942, com a orientação educacional já regulamentada pelas “Leis Orgânicas do Ensino Industrial”, o pedagogo enquanto orientador educacional viria a ser considerado o ‘ajustador’ de cada aluno à escola, à família e à sociedade (GRINSPUN, 2001, p.21). A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1961 consolidaria, até praticamente 1996, a legitimação da orientação educacional dentro do espaço escolar, de modo especial para os cursos assim denominados primário e secundário. Dentre as principais funções do orientador educacional destacavam-se: “a) Informar aos alunos sobre as oportunidades profissionais advindas com o êxito nos estudos; b) Conduzir individualmente cada aluno no processo de discernimento e escolha profissional; c) Achegar-se do aluno e sua história pessoal para melhor conhecê-lo e ajudá-lo” (GRINSPUN, 2001, p. 27). Processo semelhante também se deu em relação à supervisão escolar. Antes mesmo da aprovação da última Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em dezembro de 1996, efervesciam inúmeras reflexões e iniciativas sobre os rumos da educação no século XXI. “Um professor destituído de pesquisa, incapaz de elaboração própria é figura ultrapassada, uma espécie de sobra que reproduz sobras. Uma instituição (...) que não sinaliza, desenha e provoca o futuro, encalhou no passado” (DEMO, 1994, p.27-28). Em educação, a ousadia deve ser constante para o sonho não acabar. A capacidade de antever o futuro é uma delas. Se nos primórdios da humanidade, o pedagogo distinguia-se pela incumbência de conduzir os infantes à cultura e à escolaridade, qual deveria ser, então, o papel dele na atualidade? Face ao cotidiano escolar, à realidade cultural do Brasil e à legislação educacional vigente, enveredar por caminhos alternativos é sinal de sabedoria. É construir identidade institucional. Tanto é que, atualmente, o pedagogo, incumbido da função de orientador educacional e supervisor escolar, passa a desenvolver na sua instituição de ensino um trabalho de gestão de todas as atividades acadêmicas, vivência familiar, escolar e social de seus alunos. “É ele, antes de tudo, o “mediador” junto aos demais protagonistas da escola no resgate de uma ação mais efetiva e de uma educação de qualidade” (MEZOMO, 1994, p.30). Trata-se de um universo de trabalho, planejamento, administração e articulação das atividades do cotidiano escolar. Como nunca, a questão do pedagogo vem encontrando ressonância no pensamento dos pensadores e 879 educadores da atualidade. “Educar para compreender a matemática ou uma disciplina determinada é uma coisa; educar para a compreensão humana é outra” (MORIN, 2000, p. 93). Atinar para os princípios e as cegueiras do conhecimento, ponderar a fragilidade da condição humana, sensibilizar-se pelo cuidado com o planeta terra, enfrentar as incertezas, respeitar as diferenças culturais e lançar as sementes de uma nova ética do gênero humano é a grande tarefa do educador de hoje. Assessorar o processo de superação destes e de tantos outros desafios dentro do espaço escolar torna-se cada vez mais imprescindível. Segundo Freire (2000, p.73), “o professor autoritário, [...] o mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, (...) frio, burocrático, racionalista, nenhum desses passa pelos alunos sem deixar sua marca”. A capacidade e a iniciativa de auto-avaliar-se, de mudar e de investir energias no cultivo da ‘amorosidade’ é o que ‘faz’ a diferença. É o que realmente forma e suscita crescimento. É o ‘segredo’ de uma escola em relação a tantas outras. É o motivo pelo qual um pedagogo é preterido a qualquer outro que faz parte do corpo docente de uma mesma instituição de ensino. Segundo Delors (1999, p. 52), “a educação não pode contentar-se com reunir pessoas, fazendo-as aderir a valores comuns forjados no passado. Deve, também, responder à questão: viver juntos, com que finalidades, para fazer o quê?”. Não é preciso aqui apresentar grandes apologias sobre os novos horizontes que a educação passou a ter com a chegada do século XXI. Dialogar e atuar em harmonia com os demais profissionais da escola é condição para que o trabalho de orientação educacional e de supervisão escolar obtenha êxito ‘dentro’ e ‘fora’ da escola, principalmente no que diz respeito à solidariedade e ao espírito cívico.

Nome: Laís de Moraes Couto / 14112080349

Fonte: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2005/anaisEvento/documentos/com/TCCI040.pdf
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Atualmente diante a realidade escolar que abrange a violência de alunos dentro de sala de aula,  a desvalorização do professor dentre outros fatores, ser professor vem se tornando cada vez mais desafiador. Muitos profissionais na educação vem sendo atingido pela exaustão, perda de energia, esgotamento o que o faz ter uma baixa realização profissional.  Mas o que fazer diante dessa realidade ?  Baixo veremos uma matéria que retrata sobre o problema.
“Uma pesquisa realizada pela psicóloga Nádia Maria Beserra Leite, da Universidade de Brasília (UNB), com mais de oito mil professores da educação básica da rede pública na região Centro-Oeste do Brasil revelou que 15,7% dos entrevistados apresentam a síndrome de Burnout, que reflete intenso sofrimento causado por estresse laboral crônico. “A enfermidade acomete principalmente profissionais idealistas e com altas expectativas em relação aos resultados do seu trabalho. Na impossibilidade de alcançá-los, acabam decepcionados consigo mesmos e com a carreira”, explicou.

De acordo com Nádia, obter 15,7% num universo de oito mil não é desprezível. Caso o índice seja o mesmo em todo o país, por exemplo, então mais de 300 mil professores brasileiros convivem com a síndrome, isso somente no ensino básico. Entre outras conseqüências, tal cenário levaria a um sério comprometimento na educação de milhões de alunos.

Os dados foram revelados por meio de um questionário aplicado no Sistema de Avaliação da Educação Básica, em 2003, mas somente analisado em 2007. O questionário permite identificar a incidência dos três sintomas que caracterizam a síndrome: exaustão emocional, baixa realização profissional e despersonalização. Com relação ao primeiro sintoma, 29,8% dos professores pesquisados apresentaram exaustão emocional em nível considerado crítico. Quanto à baixa realização profissional, a incidência foi de 31,2%, enquanto 14% evidenciaram altos níveis de despersonalização.

Em entrevista ao Jornal do Professor, a psicóloga explica como os professores podem identificar a síndrome e o que devem fazer para tratá-la.
1. O que é a síndrome de Burnout? Como ela se diferencia do estresse?

Burnout é um estado de sofrimento que acomete o trabalhador quando este sente que já não consegue fazer frente aos estressores presentes no seu cotidiano de trabalho. Diferentemente do estresse, que se caracteriza pela luta do organismo no sentido de recobrar o equilíbrio físico e mental, a síndrome de Burnout compreende a desistência dessa luta. Por isso se diz que Burnout é a síndrome da desistência simbólica, pois embora não se ausente fisicamente do seu trabalho, o profissional não consegue se envolver emocionalmente com o que faz.

2. O que leva o professor a desenvolver a síndrome?

Burnout é resultado de longa exposição aos estressores laborais crônicos, sendo mais freqüente em profissões com altas demandas emocionais e que exigem interações intensas, como é o caso, por exemplo, dos professores e dos profissionais de saúde. No caso dos profissionais de saúde, as demandas emocionais estão ligadas à compaixão, à onipotência de poder salvar vidas e à impotência por perdê-las. Já no caso do professor, as demandas são de outra natureza; estão relacionadas ao cuidado, à possibilidade ou não de se estabelecer um vínculo afetivo com o aluno que favoreça o processo de aprendizagem e permita ao professor realizar um bom trabalho.

Essas demandas emocionais, no caso do docente, são inerentes a sua profissão, podendo ser agravadas, por exemplo, por políticas educacionais que aumentem a sobrecarga de trabalho sem a devida contrapartida, ou por condições inadequadas de trabalho, ou pela presença de alunos particularmente difíceis (alunos violentos, com grande déficit de aprendizagem) ou ainda pelo sentimento de injustiça, de não reconhecimento do seu esforço e da importância do seu papel na sociedade.

3. Quais são os principais sintomas dessa síndrome?

Os principais sintomas de Burnout são exaustão emocional, despersonalização e sentimento de baixa realização profissional. A exaustão emocional é uma sensação de perda de energia, de esgotamento, quando o profissional comumente relata que, embora querendo, já não consegue mais se envolver emocionalmente com o seu trabalho. Em decorrência dessa exaustão surgem dois mecanismos reativos, a despersonalização, que é o desenvolvimento de atitudes negativas em relação às pessoas destinatárias do trabalho (cliente, usuário) e o sentimento de baixa realização profissional, ou seja, uma sensação de fracasso profissional, de ineficácia.

4. Quais cuidados os professores podem tomar para evitar a síndrome?

Em tese, qualquer movimento no sentido de reduzir a vulnerabilidade do professor aos estressores do seu cotidiano, particularmente aqueles relacionados com as demandas emocionais, seria uma medida preventiva no sentido de minimizar as possibilidades de o indivíduo vir a desenvolver Burnout. Dessa forma, aplicam-se à prevenção de Burnout, todas as estratégias voltadas para ajudar o indivíduo a lidar com o estresse. Por isso, o apoio dos pares e da direção da organização é tão importante. A direção da escola tem papel fundamental no sentido de minimizar problemas estruturais como, por exemplo, condições de trabalho inadequadas. Com relação aos colegas, a troca de vivências e de problemas comuns favorece a reorganização cognitiva no sentido de o trabalhador rever suas expectativas e encontrar formas possíveis de lidar com suas frustrações, e ideais inalcançáveis.

5. Como os professores podem saber se estão com a síndrome ou não? Tem algum exame específico? Eles devem procurar um psicólogo?

O diagnóstico de Burnout pode ser feito por exame clínico, com profissional da área de saúde (médico, psicólogo) que efetivamente conheça os sintomas da síndrome, e por meio de instrumentos psicológicos elaborados especificamente para fazer essa avaliação. É importante que em ambos os casos a avaliação seja feita por profissional com formação adequada em relação ao fenômeno específico. Entretanto, é admissível que o próprio professor, ao tomar conhecimento dos sintomas de Burnout, identifique com razoável precisão que está vivendo esse processo. Nesse caso, é recomendável que ele busque ajuda psicológica.

6. Uma vez constatada a síndrome, o que os professores podem fazer para melhorar?

É altamente desejável que o profissional com Burnout tenha acesso a atendimento especializado, tanto médico quanto psicológico. Além disso, a participação da direção da organização e dos colegas pode ajudar muito, tanto na prevenção quanto na recuperação. Nos profissionais de saúde, medidas interessantes já vêm ocorrendo: profissionais que trabalham, por exemplo, em UTIs, prontos socorros e áreas mais críticas, por iniciativa própria ou por sugestão da instituição onde trabalham, fazem reuniões periódicas (grupos de reflexão) em que discutem suas angústias, suas limitações, buscam alternativas possíveis para os problemas e se preparam psicologicamente para se alegrar com o sucesso (mesmo que em pequena proporção) como forma de fazer frente ao insucesso freqüente. Meu estudo demonstrou que esse suporte social no trabalho é um grande aliado na redução dos níveis de Burnout.”



Alunos : Eva Julia da Silva Hercules Marinho 14112080504
               Wessington B. C. de Carval               14212080140
               Sara Wagner                                       14212080246


CHARGE: Violência na Escola (Até a chamada virou piada!)












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http://dhanyllo-dhanyllo.blogspot.com.br/2011/11/charge-violencia-na-escola-ate-chamada.html. Acesso em 10 out. 2016
laise Rocha mat 12212080222

Violência e brigas na escola !!



Recentemente na escola em que trabalho,  os alunos foram participar de uma evento fora da escola, por isso saíram em grupos acompanhados de seus professores , andando,  já que o evento seria perto da escola. Um adolescente de 16 anos chegou perto do grupo e começou a xingar um dos alunos que sempre teve um comportamento agressivo e desrespeitoso com os funcionários da escola. Os dois entraram em luta corporal e ao serem separados o rapaz fez ameaça de morte ao aluno .
Retornando a escola e agora na presença da direção, da orientação educacional  soube-se que o início do problema teve com xingamentos trocados no Facebook . Foi solicitada a presença do responsável ,   pai do nosso aluno que é guarda municipal. O pai questionou a posição da escola que não havia informado a ele que o aluno tinha problemas ? A culpa então passou a ser da escola na visão do pai . Assim ele foi orientado a conversar e saber dos problemas do filho fora da escola- o que conversa na internet, os amigos -  e que da parte de aprendizado escolar ele poderia questionar, mas das atitudes e sobre o  comportamento  isso dependia da família . Posteriormente houve reunião de pais e esse mesmo pai não compareceu a reunião e finalmente retirou o aluno da escola. Na sua fala e atitudes demonstrou-nos porque o aluno tinha esse comportamento agressivo:  Seu filho  era o reflexo do pai que se espelhava em suas atitudes arrogantes  e autoritárias. A violência é algo complexo e deve-se entender os contextos sociais e psicológicos nas  manifestações de violência para tentarmos buscarmos alternativas de ação dentro das escolas.