sábado, 8 de outubro de 2016

Pedagogia sempre




Ser pedagogo diante dos desafios da educação contemporânea



Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na escola, de um modo ou de muitos, todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender e ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação. endo em vista que a Pedagogia é a ciência da educação e ocorre em todos os espaços, pois é fruto da socialização, a cada dia mais a educação tem se tornado pauta em diversas discussões. Pensa-se educação como um processo de construção que integra, simultaneamente, diversos conhecimentos e promove o desenvolvimento intelectual e moral do indivíduo, sendo construído, culturalmente, a partir do contexto familiar e social. A sociedade moderna apresenta demandas de caráter social e educacional promovidas pelos efeitos do sistema capitalista e da globalização que ultrapassaram os limites formais do espaço escolar. Antes, via-se apenas a relação existente entre educação e escola; hoje, na contemporaneidade, essa visão mudou, abriu-se para o entendimento da sociedade, com um leque de possibilidades da educação também em espaços não escolares. O pedagogo, diante desse novo paradigma, numa sociedade em constante processo de transformação, é o profissional que, a cada dia mais, se enquadra para exercer essa função de transmissão do conhecimento, “ocorrendo em muitos lugares, institucionalizados ou não, sob várias modalidades.” (LIBÂNEO, 2004, p. 26). Portanto, ele precisa estar preparado para os desafios do mundo contemporâneo, sobretudo com as mudanças bruscas do sujeito social motivadas pelo surgimento das novas tecnologias e pelos efeitos da economia. Segundo Libâneo (2004, p. 28), “o mundo assiste hoje às intensas transformações, como a internacionalização da economia e as inovações tecnológicas em vários campos de saberes. Essas transformações levam à mudança no perfil desses diversos profissionais, afetando os sistemas de ensino”, sobretudo os pedagogos, que são os profissionais diretamente ligados ao processo de disseminação das práticas pedagógicas do conhecimento. 

http://www.pucminas.br/graduacao/cursos/arquivos/ARE_ARQ_REVIS_ELETR20120521205153
flavinhaturci@yahoo.com.br Aluna do 3º Período do Curso de Pedagogia da PUC Minas. 1º lugar no concurso de ensaios da Semana da Pedagogia de 2012. 

Considerações do grupo:
O texto nos brinda com uma profunda reflexão acerca dos novos rumos da educação. A visão de que se aprende somente entre as paredes da escola ou que há apenas um detentor do conhecimento, não cabe mais. O novo mundo exige um olhar mais profundo e até, mais humano. Já que o saber ocupa todas as áreas e não se restringe ao conhecimento catedrático. 
O novo contexto trás consigo novos recursos que, se bem utilizados, podem acelerar e sedimentar o conhecimento fazendo com que o aprendizado seja dinâmico e envolvente.
O professor fica com a missão de gerenciar todos esses recursos bem como aproveitar o conhecimento prévio do estudante.


Violência no ambiente escolar

Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e privada.
http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102

Considerações do grupo:
A violência está impregnada na sociedade e perigosamente cria raízes profundas. A escola apenas reproduz esse terror. Professores vitimados por crianças e adolescentes que por sua vez, também sofrem outras agressões. Lares instáveis; bullying; falta de limites e o silêncio. Formas variadas de agressão e todas igualmente dolorosas. 
A violência cerceia a liberdade humana condicionando o ser a reprodução de atos medíocres. 
É preciso rever conceitos; restabelecer valores; resgatar o melhor do material humano. Afinal, somos o que propagamos. 
A violência pressupõe o mais forte subjugando o mais fraco. Mas na verdade o "forte" não se compraz na dor do outro. Não valida a covardia.




Resultado de imagem para imagens sobre sindrome de burnout

Quando o trabalho adoece
A síndrome de burnout se caracteriza pelo estresse crônico vivenciado por profissionais que lidam de forma intensa e constante com as dificuldades e problemas alheios, nas diversas situações de atendimento.
Síndrome é um fenômeno caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas de causas diversas, podendo ser de ordem psicológica ou de ordem física e, variavelmente, psicofísicos.
O tratamento da síndrome é essencialmente psicoterapêutico, ou seja, por mediação temporária de psicólogo ou psicanalista, podendo haver atendimento concomitante com médico caso a pessoa apresente problemas biofisiológicos, a exemplo de dores, alergias, alteração na pressão arterial, problemas cardíacos, insônia, entre outras possíveis intercorrências físicas de qualquer natureza.
http://www.sinpro-rio.org.br/download/cartilhas/burnout.pdf



Considerações do grupo
Dores crônicas; taquicardia; apagões mentais; exaustão; dificuldades cognitivas.... Esses são alguns sintomas da Síndrome de Burmont. Podendo levar inclusive, a depressão.
A vida moderna trouxe novas inquietações...necessidades. Temos acúmulo de funções, necessidade de superação e tudo isso associado a relações humanas complicadas. Temos aí, um campo fértil para os acometidos dessa síndrome que fragiliza profissionais que trabalham com pessoas.
No que tange a profissionais da educação temos agravantes: salas lotadas; baixos salários; violência nas escolas. 
Os acometidos pela síndrome devem ter acompanhamento  psicoterapêutico e, em casos mais graves pode ser prescrito medicação como auxílio no tratamento. 

 Componentes do grupo:

  • Maria Elizia Porto de Oliveira Menezes -14212080287
  • Andrea Oliveira Gomes                          - 14212080290
  • Maria Tereza Fernandes Medina             -14212080282

Violência Escolar e seus desafios

Como podemos verificar na tirinha acima, o alunado de hoje possui características bem distintas . Muitas vezes minimizam o papel do professor, desvalorizando esse trabalho, chegando mesmo ao assédio moral. Vivemos hoje em uma sociedade com altos índices de violência, e o espaço escolar também sofre reflexos disso. Não é incomum acharmos docentes desviados de função por não conseguirem se encaixar no formato educacional da atualidade. Diversas formas de violência são praticadas diariamente em todas as escolas do país, sejam físicas ou silenciosas, verbais (o chamado bullying) e depredações. Hoje, as agressões deixaram de ser apenas entre alunos e passaram a acontecer frequentemente contra professores e vice-versa. Como a relação entre alunos e professores nunca será igualitária, também é frequente uma exacerbação de castigos e formas disciplinares por parte do professor, que fica menos evidente, uma vez que o aluno é normalmente a parte menos ouvida. Precisamos compreender que é um problema complexo que engloba todas as vertentes da escola, incluindo: professores, alunos,responsáveis, funcionários ,espaço físico e sociedade.

                                              Fonte: Monografia.brasilescola.uol.com.br

 Alessandra Miranda, orientadora educacional de uma escola no município de Armação dos Búzios, disse que “um dos grandes desafios na educação hoje, é inserir no aluno o sentimento de que a escola é parte dele mesmo, ou seja, que uma parcela de tempo bastante significativa da vida deste aluno, é dentro da escola, seja nas relações pessoais quanto nas interpessoais.” Segundo Carlos Federico Bernardo Loureiro,“As relações sociais que se estabelecem na escola, na família, no trabalho ou na comunidade possibilitam que o indivíduo tenha uma percepção crítica de si e da sociedade, podendo, assim, entender sua posição e inserção social e construir a base de respeitabilidade para com o próximo.” A orientação educacional busca trazer à tona esse sentimento de amizade e respeito mútuo, além de zelar pela conservação do patrimônio comum e do ambiente físico. A depredação intencional , também faz parte do quadro de violência que encontramos com frequência. A proposta utilizada por várias escolas, é através de projetos que envolvam cidadania como tema para que haja esta conscientização e da formação de grupos escolares, associações e grêmios que atuem junto com a escola. É necessário fazer esse alunado encarar o problema existente e debatê -lo como parte envolvida. Sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num projeto político-pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas. Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula, que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante, fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.


                                                           Fonte: Youtube- Univesp tv

 Infelizmente é constatado que o número de pais e responsáveis participativos vem diminuindo significativamente o que reflete na vida escolar do aluno. Não podemos porém admitir que o meio social, econômico e/ou familiar são os fatores determinantes para a violência escolar. Estaríamos desta forma, criando estereótipos e em nada ajudaria para se reverter a situação da violência, muito pelo contrário, estimularíamos tal comportamento dando bases e desculpas para o mesmo.


 Fontes: CRIPALDI,Lideli.http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102 LOUREIRO, C. F. B.; LAYRARGUES, P. P.; CASTRO, R. S. de (Orgs.).Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

Grupo: Candice Courvoisier de Hasson Millon- mat: 14112080330
              Elizangela Gomes de Oliveira - mat: 14112080332
             Arthur Vinícius Marinho de Oliveira - mat: 14112080359

A ética dos profissionais gestores

https://www.youtube.com/watch?v=lyMylPpp3us
O papel do gestor na conduta ética dos colaboradores Muito se tem falado sobre ética nos últimos anos. Mas pouco desse discurso em prol da ética se transforma em ação. Falar de ética, exigir ética, cobrar que os outros pratiquem a ética é lugar comum. Difícil mesmo é praticar a ética quando outros interesses pessoais estão envolvidos. No início do século XXI, a ética empresarial ganhou destaque na gestão estratégica das maiores empresas. É verdade que, de uma maneira geral, a preocupação com a ética influenciou positivamente na qualidade dos produtos, serviços e negócios realizados pelas melhores empresas. Também aumentou significativamente a preocupação das indústrias em considerar o impacto ambiental provocado por toda a cadeia produtiva a fim de fazer cumprir os objetivos estabelecidos pelos órgãos de proteção ao meio ambiente. Se ética objetiva o bem estar comum, as questões da sustentabilidade surgiram a partir do desenvolvimento de uma maior consciência ética, certo? Na mesma época, normas negociais foram revistas com o propósito de dedicar mais respeito aos interesses de fornecedores e clientes. A política do "ganha x ganha" passou a ser compreendida e valorizada, pelo menos em teoria. Entretanto, o que transparece quando ouvimos relatos de pessoas que trabalham nas empresas que publicamente assumiram compromisso em atuar baseadas no respeito aos valores éticos, é que o ambiente de trabalho permanece sem grandes mudanças, havendo registro de ocorrências de condutas antiéticas que permanecem não sendo consideradas, muito menos punidas. Assim, é possível afirmar que pouca atenção vem sendo dada ao comportamento ético das pessoas que atuam em nome da empresa. Com o objetivo de atender aos requisitos estabelecidos para que a empresa conquistasse a imagem de "ética", seus executivos criaram o Código de Ética, divulgaram esse código junto aos stakeholders, dedicaram mais atenção às suas áreas de compliance e... pronto! Tornaram-se empresas éticas e dignas de toda confiança por parte de seus públicos! Apesar disso, infelizmente, ainda hoje, são comuns na grande maioria das empresas os registros de ocorrências antiéticas graves como assédio moral, assédio sexual e recebimento de propinas, entre outras. Mas, insisto em focar na qualidade do ambiente de trabalho dessas empresas e na pouca ou nenhuma atenção dispensada para desenvolver a cultura ética corporativa. Considerando que as ações empresariais percebidas externamente refletem a decisão e a conduta de seus agentes humanos, é natural concluir que a falta de uma política interna de desenvolvimento da consciência ética pode comprometer a percepção de credibilidade quanto aos verdadeiros objetivos da empresa no que se refere aos valores éticos em seu aspecto mais amplo. Afinal, no momento crucial em que um colaborador precisa decidir entre cumprir metas e apresentar resultados que podem somar para sua promoção em detrimento da correção ética de suas atitudes, é bem possível que ele opte pela decisão que apresenta vantagens mais rápidas e facilmente mensuráveis, ou seja, desconsiderar a correção ética de sua decisão. Dessa forma, se não houver um esforço empresarial para estimular a prática da conduta ética, valorizando a credibilidade, a reputação, a transparência e a correção na condução dos negócios, execução de rotinas, e, principalmente, no relacionamento pessoal com os colegas, gestores, clientes e fornecedores, a imagem da empresa, assim como a rentabilidade de seus negócios pode estar sob constante ameaça. Desenvolver a consciência ética é um objetivo que exige dedicação permanente das áreas estratégicas. Acompanhar e avaliar as atitudes de todos os colaboradores é uma atividade que exige o comprometimento de cada um dos gestores de todos os níveis, desde o supervisor da equipe de limpeza (ainda que terceirizado) até os gerentes e a diretoria, com destaque para as áreas de gestão de RH e compliance. É fundamental que a direção valorize o papel dos gestores, pois eles exercem a função de inspirar suas equipes. Além disso, gestores que usam a fantasia de "chefe", costumam desmotivar os empregados mais qualificados e talentosos, que se sentem oprimidos diante da ineficiência e das consequentes injustiças. Todo esse quadro, interfere diretamente na manutenção de um ambiente de trabalho pouco saudável. Nesse cenário, os resultados até podem aparecer, mas, provavelmente, não serão consistentes. Não se pode dourar a pílula de que a missão de desenvolver a consciência ética seja um objetivo facilmente alcançável. Pelo contrário! É um desafio que vai exigir enorme desgaste pessoal, vai dar origem a muitos atritos e mexer com energias negativas que podem provocar grande incômodo e muito estresse ao profissional responsável. Afinal, ele vai ter que cobrar a correção da conduta de profissionais com anos de trabalho e que se acostumaram a fazer muitas coisas eticamente condenáveis. É provável que muitos desses"heróis" acabem sendo desrespeitados, cortados e sofram prejuízos em suas carreiras. Empresas que mantém líderes despreparados, chefes que se deixam inebriar pelo poder de mandar nos demais, que se permitem usufruir de mordomias não previstas e que cobram resultados sem contribuir pessoalmente para o alcance desses resultados, estão servindo de exemplo de conduta para suas equipes. Todos sabem a força que tem o exemplo, uma força superior a das palavras. Novatos que se acostumam com o chefe que manda, cobra, não participa e, muitas vezes, desaparece de seu posto de trabalho, preferindo investir na manutenção da rede de relacionamentos que propiciou sua ascensão dentro da empresa, entendem que essa é a postura correta. No futuro, quando esses jovens alcançarem cargos de comando, terão boa chance de adotar esse mesmo modelo de comportamento, pois aprenderam que essa é a forma correta de agir. Quantas empresas quebraram ou assumiram enormes prejuízos por causa da atitude equivocada de seus gestores? Enron, Artur Andersen e Britsh Petroleum, apenas para citar as mais famosas, são exemplos do que práticas antiéticas e falta de controle podem provocar. Os gestores exercem o papel do Farol que sinaliza a conduta correta a ser adotada pelos seus subordinados Investir na formação da consciência ética dos gestores é o caminho mais seguro para a manutenção da boa imagem da empresa, de sua lucratividade e, consequentemente, da sustentabilidade empresarial. Além disso, mais do que pendurar um "Código de Ética" na parede, as empresas deveriam investir em treinamentos específicos, com estudo de cases que facilitassem o entendimento dos dilemas éticos. É também de fundamental importância criar e aplicar uma política de consequências adequada para inibir as tentações de infringir o código de ética. Valorizar a boa reputação, a credibilidade conquistada pelos gestores que investiram na priorização dos valores éticos na prática do dia-a-dia, também são formas de demonstrar o tipo de conduta que a empresa deseja de seus empregados. Lamentavelmente, o que ainda acontece hoje nos escritórios da grande maioria das empresas, é a valorização da politicagem, dos resultados conseguidos à qualquer preço e a promoção de gestores que mais exploram os conhecimentos e o talento de seus subordinados sem reconhecer o mérito e sem valorizar o desempenho de suas equipes. O exemplo que eles passam vai nortear o caminho a ser seguido pelos jovens que ambicionam o sucesso representado pelo exercício de cargos de comando. É um ciclo vicioso, onde o mau exemplo é premiado e contradiz muito do que está explícito no Código de Ética. Mudar essa realidade exige uma atuação concreta e permanente das empresas que pretendem transformar esse ciclo vicioso em virtuoso. Para ser verdadeiramente ética, com um ambiente de trabalho saudável, negócios rentáveis e clientes satisfeitos a empresa precisa investir no desenvolvimento ético de seu pessoal. Vamos considerar que ética também se aprende! Valores éticos podem ser assimilados quando demonstradas as suas vantagens. Investir no desenvolvimento da consciência ética, associada a uma política de RH que valoriza os méritos de cada empregado, vai permitir que as melhores empresas mantenham seus maiores talentos, seus melhores profissionais, a qualidade de seus produtos e dos seus negócios e, consequentemente, sua imagem pública e sua sustentabilidade. (Márcia Cristina Gonçalves de Souza) Fonte: http://eticanotrabalho-artigosepalestras.blogspot.com.br/2012/07/o-papel-do-gestor-na-conduta-etica-dos.html Nome: Laís de Moraes Couto / Matrícula 14112080349

Desafios do gestor

Sabemos que o gestor enfrenta muitos desafios em seu cotidiano, dependendo de sua função, localidade e meio de trabalho. Podemos entender que os desafios são pertinentes nessa profissão, mas, alguns precisam ser aniquilados. Quando a desafios humanos, sempre existirão, mas com a composição de uma equipe capacitada o gestor alcança maior sucesso, ainda que não exista investimentos maiores do governo, mas existem situações onde o próprio gestor busca meios de fazer seu corpo escolar crescer em conteúdo. Destacamos os desafios com famílias, independendo da classe social, encontramos frequentemente em nossas escolas, pois atualmente o trabalho tem sido mais importante que a família para muitas pessoas. Ainda assim, encontramos desafios materiais, como expresso nessa charge e nesse momento muitas vezes o gestor cria projetos envolvendo a comunidade para arrecadar fundos, doações, dando o mínimo de qualidade aos alunos da escola. Estamos vivendo um momento onde falta merenda, giz, folha, salário e isso está agravante em nosso país, principalmente na minha cidade e nesse momento vimos gestores brilhantes que lutaram para não fechar as portas das escolas. Um verdadeiro gestor, ainda que com lágrimas nos olhos, enfrenta desafios todos os dias para dar o melhor a educação. Nome: Laís de Moraes Couto / Matrícula 14112080349

A gestão democrática

https://www.youtube.com/watch?v=lyMylPpp3us Nome: Laís de Moraes Couto / Matrícula 14112080349

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Prof. Julio Groppa Aquino discute a questão da Violência nas Escolas

Prof. Julio Groppa Aquino*, da USP, discute a questão da Violência nas Escolas

*Professor Doutor do Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

ENTREVISTA
 Na sua opinião, está aumentando a violência dentro das escolas nos últimos tempos?
Aquino: Dizer que não é ir contra as evidências concretas. Dizer que sim é aderir imediatamente a essas evidências. É uma pergunta complicada porque eu tenderia a responder 'sim' e 'não'!
'Sim' do ponto de vista da visibilidade. Está aumentando a visibilidade dessas ocorrências violentas em escolas.
'Não' porque elas sempre existiram, de uma maneira ou de outra, e sempre foram administradas, de uma maneira ou de outra.
A questão é que hoje não acreditamos mais que essas questões possam ser administradas no interior da escola. Por isso essa explosão na mídia.
 Você acha então que a violência é um fenômeno de mídia?
Vou levantar uma hipótese absolutamente arriscada e temerária: os surtos de violência escolar aparecem, em geral, em meados do primeiro semestre que, do ponto de vista das notícias, é um tempo 'morno'.
É muito curioso. Esse tema sempre volta a ser comentado em abril, maio, junho. Nos últimos tempos, tenho sido convidado a me posicionar com relação a isso.
Ou só acontecem conflitos violentos nas escolas em meados do primeiro semestre ou é quando esse tema ganha visibilidade na mídia. Paradoxalmente é um tempo morno na mídia.
A violência escolar parece que "apimenta", vende bem.
Se por um lado há sensacionalismo e uma irresponsabilidade dessa divulgação do pânico, por outro, é um sintoma social interessante de que "violência pode em qualquer lugar, menos na escola!".
Esse horror social em relação à violência nas escolas é um termômetro que mostra que "pode ter violência em todos os outros lugares - e nós vivemos em uma das sociedades mais truculentas do planeta -, mas na escola, não pode!"
 Em se tratando da violência, a escola tornou-se uma espécie de lugar 'sagrado'?
De fato é um espaço sagrado. Sabemos que a escola é a ante-sala da democracia. Sem escola não tem democracia que se sustente.
Isso é uma coisa que todas as classes sociais sabem de uma maneira ou de outra: escola é passaporte para a cidadania, passaporte para uma vida digna.
Não tem saída sem escola. É por isso que a escola, de uma maneira ou de outra, é o lugar ainda onde há a maior esperança civil.
Todo mundo gosta de estar na escola, inclusive as crianças e os jovens. Eles adoram ir para a escola. Detestam é ir para a sala de aula. 99% das crianças e jovens adoram estar na escola. É um lugar que, de uma forma ou de outra, eles têm o espaço garantido.
O Estado só comparece na vida do cidadão de duas maneiras: escola ou polícia.
O direito a freqüentar escolas está garantido. Atendemos a quase toda população escolar. O problema é que garantimos o direito a freqüentar a escola, mas não ainda o direito à educação. Isso está em processo.
 Você acha que a escola, hoje, pode administrar a questão da violência?
Não só pode como deve. As questões escolares são questões de educadores. O dia que abandonarmos os dilemas escolares em favor da polícia, do médico, do psicólogo, do advogado, a gente derrocou com isso a idéia da educação.
Porque onde houver educadores de fato, não precisa ter polícia, nem médico, nem psicólogo. Essa é uma idéia preciosa. A gente sempre acredita que a redenção da escola vem de fora, nunca de dentro.
 A solução, então, passa pelo papel do professor?
A solução da questão da violência na vida, e não só nas escolas, reside em uma única coisa: no conhecimento, na possibilidade de as pessoas terem uma vida mediada pela experiência de nossos antepassados - e isso se chama conhecimento.
Se a escola não é o lugar do conhecimento, qual é este lugar?
Não só a questão da violência mas também como todas as questões inquietantes do mundo contemporâneo.
Vamos pegar a questão do uso e abuso de drogas ilícitas. Isso aponta para a escola. Vamos pegar os cuidados em relação ao sexo. Isso precisa ser ensinado. Aponta para a escola.
A questão da ecologia, do cuidado com o mundo, para que exista mundo para as próximas gerações. Isso aponta para escola. Isso que é o que se chama de temas transversais.
Esses temas devem e podem ser problematizados: a cultura da paz, do gosto pelo convívio, que é uma das premissas da idéia de democracia.
Aqui cabe uma ressalva: isso não passa pela escola. Isso é matéria de trabalho escolar.
A gente tem de fazer isso pela via do conhecimento. Colocar a matemática a serviço disso. Nossa tarefa fundamental é colocar a matemática, ciências, artes, humanidades a serviço disso.
Temos de ensinar as pessoas a serem melhores.
Se você não acreditar que a escola pode tornar as pessoas melhores, não seja educador. Pois, isso tudo está encarnado na figura do educador. Escolas são os seus profissionais. Ponto final.
 E quando não há condições estruturais, como salas devidamente aparelhadas, segurança na escola, por exemplo? O professor tem condições de superar a falta dessas condições?
Um bom projeto pedagógico arregimenta o grupo em torno de um trabalho interessante. Não se trata de dizer que essas questões assombram só aos professores, ou melhor, aos profissionais de educação - englobando desde o secretário da Educação até o bedel da escola. É uma questão que tem a ver com todos.
Questões das condições de trabalho, sociais, culturais, econômicas e políticas têm lugar no cenário escolar.
Essas questões em torno da profissão, vamos chamar assim, não podem ser as responsáveis pela falência da profissão. Porque essas questões rondam todos os profissionais, de todas as profissões. Por que somente entre nós, da Educação, que essas questões se transformam em impossibilidade?
O que nos outros lugares é desafio, aqui é dificuldade, impossibilidade, obstáculo.
Isso exige da gente, dos profissionais da educação, uma outra visibilidade sobre a própria profissão mais interessante, mais plástica, mais aberta, mais esperançosa.
Não se trata de negar as condições, mas de problematizá-las.
 Certa vez você disse que escola onde entra o conhecimento, não entra droga. É por aí?
Eu acho! Escola onde tem prazer de viver - e isso você vê na cara dos professores, dos alunos - é um lugar onde a idéia do conhecimento impera. Se imperam outras questões - violência, drogas, seja lá o que for - de alguma maneira, o bom da vida está abafado, nublado.
A gente só tem uma arma na mão. Deveríamos acreditar mais que o conhecimento salva o mundo, mas nós achamos que tudo conspira contra.
Aquilo que conspira a favor do mundo, de uma boa vida, é o que temos nas escolas a preço de banana. Está lá todo dia. É o nosso metier.
Esse é o ofício do professor: o gosto pelo conhecimento que é aquilo que engedra o gosto pela vida.
Veja duas pessoas ao final de suas vidas: uma com escolaridade e outra sem para ver o que aconteceu com elas, com o corpo delas.
 Como vencer a resistência dos alunos?
Você acha que os alunos são resistentes? Os alunos são absolutamente porosos para o que quer que você faça.
Se der lavagem, eles comem lavagem. Se der um banquete, eles comerão um banquete.
A gente deveria parar de pensar nos alunos e pensar mais na gente. Não tomar o aluno como problema.
Não acredito que haja resistência de nenhuma ordem por parte dos alunos. Qualquer um que for a uma escola e perguntar ao aluno mais bandido qual é a imagem de professor que ele tem, ele vai falar de um cara que goste de estar lá, fazendo o que está fazendo, que o trate com respeito.
Porque escola é um lugar bom! Tão bom que eles não saem de lá.
 Você já afirmou que a violência é um problema de ética...
É claro. Sem dúvida nenhuma. Ninguém é violento de véspera. Ninguém nasce violento. A violência em geral é uma resposta a um conjunto de humilhações, silenciosas, que ocorrem todos os dias.
Agora tem um senão. Não se pode confundir violência com indisciplina, nem com incivilidade. São três âmbitos diferentes.
A indisciplina, em geral, é um protesto.
A incivilidade tem a ver com a idéia de rebeldia, de uma recusa, de uma descortesia, quando se rompem as regras de cortesias clássicas. Isso não é violência.
Violência tem a ver com danifinicação, com depredação quer da integridade física, quer da integridade moral do outro.
A violência simbólica, a da danificação moral do outro, é uma coisa que está solta nas escolas. Sempre desconfiamos que o outro não seja capaz ou digno de estar lá, que faça parte de fato do espaço escolar.
Temos um dilema terrível que é o seguinte: escolas públicas que entendem seu trabalho como esmola, como donativo para pobre, e escolas privadas que entendem seu trabalho como negócio para rico. Nem uma, nem outra é escola. Escola é um bem público sempre. Público na acepção mais bonita do termo.
É um direito das novas gerações. Sem ela, não há vida. Não há possibilidade de participação na cidade contemporânea, por isso a história da cidadania. Alguém sem uma boa escolaridade não participa, de fato, do mundo contemporâneo. Ou participa pela metade.
 E como ensinar cidadania na sala de aula?
Como ensinar? Sendo. Fazendo. Sendo em ato. Tratando o outro como ele merece ser tratado, com respeito e com dignidade. Tratar o outro com dignidade é ser professor.
Então, que diretores dirijam, que coordenadores coordenem e que professores profecem para que os alunos estudem. É só isso que a gente tem de fazer acontecer.
Esta é a tarefa política fundamental de qualquer educador: fazer com que as escolas funcionem na sua carga máxima, a todo vapor.
 Você tem uma mensagem para passar aos professores da rede?
Acho que a pior das violências é aquela onde você se violenta, violenta a si mesmo. Acho que cada profissional da educação desse País precisaria repensar se gosta de estar fazendo aquilo. Porque isso é condição sine qua non. É o grau zero da profissão sem a qual não tem saída.
Essa é a primeira questão porque se eu estiver me violentando sendo profissional da educação, hoje, é melhor fazer outra coisa.
Num segundo momento, é perguntar se você está disposto a dialogar com as crianças e com os jovens porque eu creio, penso e julgo que elas estão dispostas.
O que constitui a vida dessas pessoas é essa disposição para o diálogo com o mais velho, com as velhas gerações. Será que nós estamos?
Olhar com desesperança para as novas gerações é romper a idéia basal, o pacto mínimo, de qualquer educação, de qualquer povo, em qualquer tempo: que é cuidar sem trégua. Cuidar, cuidar, cuidar dos mais novos. Eu acho que a violência é um aviso que isso não está acontecendo.
Marcelo Tamada

fonte: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ent_a.php?t=001

Trio:
Danielly da Costa Meirelles 14112080335
Andréa do Nascimento Sant'an 14112080324
Cristiane Chagas do Nascimento Pereira 14112080354

Desafios da Orientação Educacional


Dia a dia de uma Orientadora Educacional






O orientador com seu papel mediador na escola possibilita auxiliar nas transformações da escola e com isso da sociedade. Na atualidade se torna imprescindível  a atuação desse profissional numa perspectiva crítica, conscientizadora e com ética no auxílio a pais e alunos e também na melhora moral, desenvolvendo valores na formação humana. 
O trabalho do orientador é conduzir o aluno em situações de caráter didático-pedagógico, socioculturais, relações interpessoais construídas no cotidiano escolar. Conscientizando pais, alunos e comunidade escolar sobre a grande necessidade de mudança que a sociedade precisa, trabalhando em conjunto na formação de cidadãos mais justos, solidários e interessados por um mundo melhor.  
Ainda existem escolas onde os educadores estão preocupados somente em desenvolver o cognitivo, esquecendo do emocional que se torna relevante para um aprendizado sadio, impossibilitando a formação de indivíduos preparados para enfrentar a vida fora da escola. 
A cada dia se torna visível a dificuldade que alguns pais encontram em educar seus filhos, por falta de tempo, paciência e muitas vezes por realmente não saber como agir. Com isso a responsabilidade da escola na vida de seus alunos vem aumentando. Somente profissionais capacitados, com inteligência emocional, que sabem dialogar é que vão conseguir auxiliar esses pais e alunos, e quem vai realizar essa tarefa na maioria dos casos é o orientador educacional. 

Ser orientador é uma opção, mas atuar como orientador significa enfrentar constantes desafios, buscando desenvolver atitudes cotidianas que promovam a união e integração. O orientador atua promovendo uma prática que inclui, combatendo a discriminação, compreendendo e auxiliando o aluno em seu desenvolvimento pleno, sem preconceitos, com muito respeito, independente de sua condição econômica, da aparência física ou opção sexual de todos os sujeitos da educação. Ser orientador é uma função na qual a intenção de solidariedade é o maior valor. (NOAL, 2004, p. 14).

O orientador educacional é um profissional de extrema importância para o ensino, sendo um dos agentes responsáveis pela edificação do aluno como cidadão consciente do mundo em que vive. 
Ressaltando que o orientador educacional necessita da ajuda de todos que pertencem ao âmbito escolar, inclusive a família e a comunidade escolar. Sendo trabalhada a ética, os valores na educação dos alunos, formando novos princípios de moral que vão refletir na vida em sociedade. 



Bibliografia

NOAL, Ingrid Kork. Contextualização do serviço de orientação educacional na escola: trajetórias, expectativas e desafios. Prospectiva – Revista de Orientação Educacional, Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. 3, n. 28, p. 14-17, 2004.

Fonte

http://centraldeinteligenciaacademica.blogspot.com.br/
  

TRIO

Nome 1: Cristiane Barbosa Mendonça de Almeida / 14112080503

Nome 2: Lyvia Martins Braga /  14112080358 

Nome 3: Paula Simões Varandas Ruivo / 14112080343