quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Violência Escolar no Brasil!

Na última década a violência nas escolas tem preocupado o poder público e toda sociedade, principalmente, pela forma como esta tem se configurado. A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
Violência é uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros. Neste sentido Aida Monteiro se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1]. No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.

Tipos de violência
A violência que as crianças e os adolescentes exercem , é antes de tudo, a que seu meio exerce sobre eles COLOMBIER et al.(1989). A criança reflete na escola as frustrações do seu dia-a- dia.
É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados dentro da escola .
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)
  • Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues " ABRAMOVAY et al. (1999)
Os fatores que levam os jovens a praticar atos violentos
São inúmeros os fatores que podem levar uma criança ou um adolescente a um ato delitivo, a seguir, abordaremos os que acreditamos serem os mais relevantes .
A desigualdade social é um dos fatores que levam um jovem a cometer atos violentos. A situação de carência absoluta de condições básicas de sobrevivência tende a embrutecer os indivíduos, assim, a pobreza seria geradora de personalidades desruptivas. " A partir desse ... de estar numa posição secundária na sociedade e de possuir menos possibilidades de trabalho, estudo e consumo, porque além de serem pobres se sentem maltratados, vistos como diferentes e inferiores. Por essa razão, as percepções que têm sobre os jovens endinheirados são muito violentas e repletas de ódio..." ABRAMOVAY et al. (1999) é uma forma de castigar à sociedade que não lhe dá oportunidades.
A influência de grupos de referência de valores , crenças e formas de comportamento seria também uma motivação do jovem para cometer crimes.
" o motivo pelo qual os jovens...aderem às gangues é a busca de respostas para suas necessidades humanas básicas, como o sentimento de pertencimento, uma maior identidade, auto-estima e proteção, e a gangue parece ser uma solução para os seus problemas a curto prazo" ABRAMOVAY et al. (1999), assim, o infrator se sente protegido por um grupo no qual tem confiança. " Valores como solidariedade, humildade, companheirismo, respeito, tolerância são pouco estimulados nas práticas de convivência social, quer seja na família, na escola, no trabalho ou em locais de lazer. A inexistência dessas práticas dão lugar ao individualismo, à lei do mais forte, à necessidade de se levar vantagem em tudo, e daí a brutalidade e a intolerância", (MONTEIRO,2003) a influência das guangues que se aliam ao fracasso da família e da escola. A educação tolerante e permissiva não leva a ética na família. Os pais educam seus filhos e estes crescem achando que podem tudo.
É dentro das guangues ou das quadrilhas como se refere Alba Zaluar que os jovens provam sua audácia , desafiam o medo da morte e da prisão. É uma subcultura criminosa marcada pela atuação masculina(ZALUAR, 1992, p.27).
O indivíduo enfrenta uma grande oferta de oportunidades: o uso de drogas, uso de bebidas alcoólicas, uso da arma de fogo aliada a inexistência do controle da polícia , da família e comunidade tornam o indivíduo motivado a concluir o ato delitivo. " Carências afetivas e causas sócio-econômicas ou culturais certamente aí se misturam, para desembocar nestas atitudes" . (COLOMBIER,1989,p.35) . " A Disponibilidade de armas de fogo e as mudanças que isso impõe às comunidades conflituosas, contribuindo para o aumento do caráter mortal dos conflitos nas escolas " ABRAMOVAY ; RUA
( 2002, p.73) " a falta de policiamento agrava a situação na medida em que a polícia pode ser sinônimo de segurança e ordem" ABRAMOVAY ; RUA ( 2002, p.337)



Fontes: Brasil Escola e Jornal GNN

Grupo: Liliane Carla da Silva - Mat.: 13112080058 
E-mail: lilianecsrj@hotmail.com
Maria Stella Santana Maranhão - Mat.: 13212080306
Joabe Santos Duarte - Mat.: 141122080360

terça-feira, 4 de outubro de 2016

As responsabilidades do diretor


 Terça feira, 04 de Outubro de 2016

As responsabilidades do Diretor

Entenda o papel do líder da escola, encarregado de orquestrar a administração da instituição, o fazer pedagógico e a relação com a comunidade.




Escola organizada e limpa, equipamentos funcionando, contas em dia, funcionários em ação, comunidade participativa - e, acima de tudo, alunos aprendendo. Esse é o cenário ideal para uma instituição de ensino. Não se chega a ele sem muito trabalho e sem a presença de um diretor à sua frente. Ele deve ser um profissional que, na definição clássica do pesquisador Antônio Carlos Gomes da Costa, conjuga três perfis básicos:

  • Administrador escolar: mantém a escola dentro das normas do sistema educacional, segue portarias e instruções, é exigente no cumprimento de prazos;
  • Supervisor pedagógico: valoriza a qualidade do ensino, o projeto pedagógico, a supervisão e a orientação pedagógica e cria oportunidades de capacitação docente;
  • Líder sociocomunitário: preocupa-se com a gestão democrática e com a participação da comunidade, está sempre rodeado de pais, alunos e lideranças do bairro, abre a escola nos finais de semana e permite trânsito livre em sua sala.

Não é uma tarefa fácil. O diretor precisa ter conhecimento e sensibilidade para lidar com os diversos aspectos que interferem no bom funcionamento da escola que dirige: do domínio das questões financeiras e legais à comunicação com pais, do relacionamento entre os funcionários à gestão da infraestrutura do local. A lista abaixo dá uma ideia da complexidade de sua atuação:



  
As principais funções do diretor

  • Cuidar das finanças da escola;
  • Prestar contas à comunidade;
  • Conhecer a legislação e as normas da Secretaria de Educação para reivindicar ações junto a esse órgão;
  • Identificar as necessidades da instituição e buscar soluções junto às comunidades interna e externa e à Secretaria de Educação;
  • Prezar pelo bom relacionamento entre os membros da equipe escolar, garantindo um ambiente agradável;
  • Manter a escola esteja limpa e organizada;
  • Garantir a integridade física da escola, tanto na manutenção dos ambientes quanto dos objetos e equipamentos;
  • Conduzir a elaboração do projeto político-pedagógico, o PPP, mobilizando toda a comunidade escolar nesse trabalho e garantindo que o processo seja democrático até o fim;
  • Acompanhar o cotidiano da sala de aula e o avanço na aprendizagem dos alunos;
  • Ser parceiro do coordenador pedagógico na gestão da aprendizagem dos alunos;
  • Incentivar e apoiar a implantação de projetos e iniciativas inovadoras, provendo o material e o espaço necessário para seu desenvolvimento;
  • Gerenciar e articular o trabalho de professores, coordenadores, orientadores e funcionários;
  • Manter a comunicação com os pais e atendê-los quando necessário.

Todo esse trabalho, no entanto, não pode ser solitário. O diretor, como líder da escola, deve envolver sua equipe de professores, coordenadores, orientadores e funcionários no planejamento e execução das tarefas. Além de garantir uma gestão transparente e democrática, saber delegar é fundamental para dar conta do trabalho.


Essa articulação e parceria entre todos os profissionais deve sempre visar à meta principal de toda e qualquer escola: a aprendizagem dos alunos. Afinal, é função primordial do gestor prezar pela qualidade do fazer pedagógico da instituição que dirige, não sendo apenas um provedor e organizador de recursos.



Fonte: Revista Nova Escola Disponível em: < http://gestaoescolar.org.br/formacao/responsabilidades-diretor-755886.shtml >. Acessado em 04de outubro de 2016. 







Boa gestão escolar é tema de debate no Educação 360

Especialistas sublinharam a dificuldade de multiplicar bons exemplos no país  




RIO - Uma boa gestão é capaz de operar grandes feitos. A afirmação pode ser provada com projetos bem sucedidos de escolas que viram seus indicadores melhorarem graças à eficácia de seus diretores. Bons exemplos não faltam, o grande desafio é transportar essas iniciativas para larga escala. A importância da boa gestão para uma escola foi o assunto de uma das mesas encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra”, em parceria com o Sesc. O seminário, que termina neste sábado, na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá, tem apoio da Coca-Cola Brasil, da TV Globo e do Canal Futura.

— Chega a ser um paradoxo o tamanho da crise que temos (na educação) e, ao mesmo tempo, tantas experiências boas. Não se consegue traduzir essas iniciativas em sistemas, padrões e regularidades que possam ser escaladas — afirmou o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, concluindo: — O caminho é simples, porém, trabalhoso. Os desafios da educação pública, sobretudo da gestão, são do campo do ordinário, e não do extraordinário. Mas nossa cultura é dificultar tudo. O simples leva a uma mudança contínua, aprendizado continuo. Talvez aí exista uma pista para se pensar em como dar conta da escala.

Um dos bons exemplos de gestão no nosso país fica em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Antes conhecida por ser uma das instituições mais violentas da região, a Escola Municipal Darcy Ribeiro deu a volta por cima após um trabalho de reestruturação promovido pelo diretor da unidade, Diego Lima. Ele criou uma forma de ouvir a comunidade escolar para identificar os pontos de crise da escola. A partir das respostas de um questionário distribuído a pais e alunos, que, então, estreitaram seus laços com a escola, Lima começou a reorganizar a Darcy Ribeiro e implementar projetos que atraíssem o interesse dos estudantes.

— No meu primeiro dia, os alunos jogaram maçãs e água em cima de mim, colocaram fogo no banheiros e nas lixeiras da escola. Eu parei, disse que não iria embora e que iríamos reverter o olhar punitivo que a escola tinha. Foi assim que tudo começou. Dando voz e valorizando o protagonismo aos alunos - contou o diretor.
Durante o debate, o educador Binho Marques, ex-governador do Acre, falou sobre a necessidade de transformação imediata das escolas, que devem buscar um modelo mais democrático e conectado com os anseios dos jovens.

— Olhamos para a escola e vemos que ela já ficou muito para trás. A escola do século XXI tem que ser para todos. É inadmissível imaginar uma escola para poucos. Precisamos de uma escola que garanta autoestima e respeito pelo outro. Onde o aluno percebe que o que se faz lá dentro tem relevância — disse Marques.
Para multiplicar as histórias de sucesso, o projeto "Aprender linguagem: formação de coordenadores de educação infantil" desenvolve um trabalho de preparação dos profissionais que atuam nas escolas. São exercitados conteúdos relativos ao desenvolvimento da linguagem, além da discussão de situações de sala de aula. Os monitores do projeto acompanham as reuniões de coordenadores com o corpo docente da escola. Em cinco meses de projeto, 37 coordenadores foram treinados.

A importância de experiências de gestão não fica restrita aos professores e diretores. Alunos também podem desenvolver essas habilidades, que, no futuro, podem contribuir inclusive profissionalmente. A associação Junior Achievement já auxiliou 4 milhões de alunos brasileiros a impulsionarem a capacidade empreendedora em projetos desenvolvidos em escolas públicas e privadas. Através da organização de mini empresas, os estudantes entram em contato com diversas funções necessárias para tocar um empreendimento. Como o projeto é desenvolvido na escola, seu vínculo com a instituição acaba sendo reforçado.

Fonte:
Binho Marques e Ricardo Henriques na mesa "Gestão" - Gustavo Azeredo / Agência O Globo. Disponível em: < http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/educacao-360/boa-gestao-escolar-tema-de-debate-no-educacao-360-20174126> acessado em 05 de Outubro de 2016.










TRIO

Nome 1: Cristiane Barbosa Mendonça de Almeida / 14112080503

Nome 2: Lyvia Martins Braga /  14112080358 

Nome 3: Paula Simões Varandas Ruivo / 14112080343





As responsabilidades do diretor


 Terça feira, 04 de Outubro de 2016

As responsabilidades do Diretor

Entenda o papel do líder da escola, encarregado de orquestrar a administração da instituição, o fazer pedagógico e a relação com a comunidade.




Escola organizada e limpa, equipamentos funcionando, contas em dia, funcionários em ação, comunidade participativa - e, acima de tudo, alunos aprendendo. Esse é o cenário ideal para uma instituição de ensino. Não se chega a ele sem muito trabalho e sem a presença de um diretor à sua frente. Ele deve ser um profissional que, na definição clássica do pesquisador Antônio Carlos Gomes da Costa, conjuga três perfis básicos:

  • Administrador escolar: mantém a escola dentro das normas do sistema educacional, segue portarias e instruções, é exigente no cumprimento de prazos;
  • Supervisor pedagógico: valoriza a qualidade do ensino, o projeto pedagógico, a supervisão e a orientação pedagógica e cria oportunidades de capacitação docente;
  • Líder sociocomunitário: preocupa-se com a gestão democrática e com a participação da comunidade, está sempre rodeado de pais, alunos e lideranças do bairro, abre a escola nos finais de semana e permite trânsito livre em sua sala.

Não é uma tarefa fácil. O diretor precisa ter conhecimento e sensibilidade para lidar com os diversos aspectos que interferem no bom funcionamento da escola que dirige: do domínio das questões financeiras e legais à comunicação com pais, do relacionamento entre os funcionários à gestão da infraestrutura do local. A lista abaixo dá uma ideia da complexidade de sua atuação:



  
As principais funções do diretor

  • Cuidar das finanças da escola;
  • Prestar contas à comunidade;
  • Conhecer a legislação e as normas da Secretaria de Educação para reivindicar ações junto a esse órgão;
  • Identificar as necessidades da instituição e buscar soluções junto às comunidades interna e externa e à Secretaria de Educação;
  • Prezar pelo bom relacionamento entre os membros da equipe escolar, garantindo um ambiente agradável;
  • Manter a escola esteja limpa e organizada;
  • Garantir a integridade física da escola, tanto na manutenção dos ambientes quanto dos objetos e equipamentos;
  • Conduzir a elaboração do projeto político-pedagógico, o PPP, mobilizando toda a comunidade escolar nesse trabalho e garantindo que o processo seja democrático até o fim;
  • Acompanhar o cotidiano da sala de aula e o avanço na aprendizagem dos alunos;
  • Ser parceiro do coordenador pedagógico na gestão da aprendizagem dos alunos;
  • Incentivar e apoiar a implantação de projetos e iniciativas inovadoras, provendo o material e o espaço necessário para seu desenvolvimento;
  • Gerenciar e articular o trabalho de professores, coordenadores, orientadores e funcionários;
  • Manter a comunicação com os pais e atendê-los quando necessário.

Todo esse trabalho, no entanto, não pode ser solitário. O diretor, como líder da escola, deve envolver sua equipe de professores, coordenadores, orientadores e funcionários no planejamento e execução das tarefas. Além de garantir uma gestão transparente e democrática, saber delegar é fundamental para dar conta do trabalho.


Essa articulação e parceria entre todos os profissionais deve sempre visar à meta principal de toda e qualquer escola: a aprendizagem dos alunos. Afinal, é função primordial do gestor prezar pela qualidade do fazer pedagógico da instituição que dirige, não sendo apenas um provedor e organizador de recursos.



Fonte: Revista Nova Escola Disponível em: < http://gestaoescolar.org.br/formacao/responsabilidades-diretor-755886.shtml >. Acessado em 04de outubro de 2016. 







Boa gestão escolar é tema de debate no Educação 360
Especialistas sublinharam a dificuldade de multiplicar bons exemplos no país  




RIO - Uma boa gestão é capaz de operar grandes feitos. A afirmação pode ser provada com projetos bem sucedidos de escolas que viram seus indicadores melhorarem graças à eficácia de seus diretores. Bons exemplos não faltam, o grande desafio é transportar essas iniciativas para larga escala. A importância da boa gestão para uma escola foi o assunto de uma das mesas encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra”, em parceria com o Sesc. O seminário, que termina neste sábado, na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá, tem apoio da Coca-Cola Brasil, da TV Globo e do Canal Futura.
— Chega a ser um paradoxo o tamanho da crise que temos (na educação) e, ao mesmo tempo, tantas experiências boas. Não se consegue traduzir essas iniciativas em sistemas, padrões e regularidades que possam ser escaladas — afirmou o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, concluindo: — O caminho é simples, porém, trabalhoso. Os desafios da educação pública, sobretudo da gestão, são do campo do ordinário, e não do extraordinário. Mas nossa cultura é dificultar tudo. O simples leva a uma mudança contínua, aprendizado continuo. Talvez aí exista uma pista para se pensar em como dar conta da escala.

Um dos bons exemplos de gestão no nosso país fica em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Antes conhecida por ser uma das instituições mais violentas da região, a Escola Municipal Darcy Ribeiro deu a volta por cima após um trabalho de reestruturação promovido pelo diretor da unidade, Diego Lima. Ele criou uma forma de ouvir a comunidade escolar para identificar os pontos de crise da escola. A partir das respostas de um questionário distribuído a pais e alunos, que, então, estreitaram seus laços com a escola, Lima começou a reorganizar a Darcy Ribeiro e implementar projetos que atraíssem o interesse dos estudantes.

— No meu primeiro dia, os alunos jogaram maçãs e água em cima de mim, colocaram fogo no banheiros e nas lixeiras da escola. Eu parei, disse que não iria embora e que iríamos reverter o olhar punitivo que a escola tinha. Foi assim que tudo começou. Dando voz e valorizando o protagonismo aos alunos - contou o diretor.
Durante o debate, o educador Binho Marques, ex-governador do Acre, falou sobre a necessidade de transformação imediata das escolas, que devem buscar um modelo mais democrático e conectado com os anseios dos jovens.

— Olhamos para a escola e vemos que ela já ficou muito para trás. A escola do século XXI tem que ser para todos. É inadmissível imaginar uma escola para poucos. Precisamos de uma escola que garanta autoestima e respeito pelo outro. Onde o aluno percebe que o que se faz lá dentro tem relevância — disse Marques.
Para multiplicar as histórias de sucesso, o projeto "Aprender linguagem: formação de coordenadores de educação infantil" desenvolve um trabalho de preparação dos profissionais que atuam nas escolas. São exercitados conteúdos relativos ao desenvolvimento da linguagem, além da discussão de situações de sala de aula. Os monitores do projeto acompanham as reuniões de coordenadores com o corpo docente da escola. Em cinco meses de projeto, 37 coordenadores foram treinados.

A importância de experiências de gestão não fica restrita aos professores e diretores. Alunos também podem desenvolver essas habilidades, que, no futuro, podem contribuir inclusive profissionalmente. A associação Junior Achievement já auxiliou 4 milhões de alunos brasileiros a impulsionarem a capacidade empreendedora em projetos desenvolvidos em escolas públicas e privadas. Através da organização de mini empresas, os estudantes entram em contato com diversas funções necessárias para tocar um empreendimento. Como o projeto é desenvolvido na escola, seu vínculo com a instituição acaba sendo reforçado.

Fonte:
Binho Marques e Ricardo Henriques na mesa "Gestão" - Gustavo Azeredo / Agência O Globo. Disponível em: < http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/educacao-360/boa-gestao-escolar-tema-de-debate-no-educacao-360-20174126> acessado em 05 de Outubro de 2016.










TRIO

Nome 1: Cristiane Barbosa Mendonça de Almeida / 14112080503

Nome 2: Lyvia Martins Braga /  14112080358 

Nome 3: Paula Simões Varandas Ruivo / 14112080343





segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O Papel do Orientador Educacional





Na escola, o Orientador Educacional é a principal ponte entre aluno-professor, ajudando ambos no seu cotidiano escolar. Em relação aos alunos, o Orientador ajuda-os na construção de sua cidadania através da reflexão e solução de conflitos, tanto internos “pessoais” quanto familiares e sociais. Esse profissional não está preocupado com o aluno-problema e sim em resolver a causa do problema. E para isso, envolve várias práticas de observação e aconselhamento que não deve ficar somente restrito à uma sala de atendimento, mas, inclusive, fora dos muros da escola junto à família e comunidade.  

Já em relação ao professor, esse profissional auxilia ao docente na compreensão dos comportamentos dos alunos. Mostra ao professor caminhos que podem ser trilhados com o objetivo de alcançar aquele aluno que não está indo bem em alguma disciplina ou está apresentando um comportamento fora do costume normal, bem como em alguns casos, atitudes violentas. Ajuda o professor a lidar com as dificuldades de aprendizagem dos alunos e minimiza conflitos existentes eles. 

O Orientador Educacional não está, somente, interessado se o aluno está assimilando a matéria ensinada na sala de aula, mas que aprendizado o aluno está construindo na vida, à partir do que é ensinado, ou seja, leva o aluno a refletir o seu papel de sujeito participante na construção do seu conhecimento, levando ao exercício da sua cidadania plena. Ele ajuda o aluno a se entender e a entender os seus sentimentos e emoções, assim como, lidá-las com elas. Enfim, orienta, ouve e dialoga com alunos, professores, gestores, responsáveis e com a comunidade.

Fonte: PASCOAL, Raíssa. O papel do orientador educacional. Gestão Escolar. Disponível em: <http://gestaoescolar.org.br/formacao/papel-orientador-educacional-758703.shtml>. Acessado em 03 de outubro de 2016. 

MAS COMO QUE SURGIU O ORIENTADOR EDUCACIONAL?
Descubra clicando no vídeo abaixo que fala sobre seu histórico. 

Fonte: You Tube.

À partir do vídeo acima pode-se constatar como o Conceito e as Funções do Orientador Educacional foram sendo modificados com o passar dos anos. 

A FABULOSA VIDA DE UMA ORIENTADORA EDUCACIONAL
Fonte: You Tube

Viram como não é fácil vida de Orientador Educacional? Um dos desafios desse profissional é lidar com a Violência Escolar. 
           Fonte da imagem: http://amigodahistoria.blogspot.com.br/2012/06/violencia-na-escola.html


 A Violência Escolar é uma triste realidade vivida em nossa sociedade. É verdade que ela sempre existiu, mas a forma como se apresenta hoje é inaceitável. Não só porque atinge a estrutura física da escola quando os objetos da escola e sala de aula são quebrados e destruídos, mas quando vidas são arruinadas por essa violência. Objetos, paredes, muros e etc são coisas que podem ser consertadas e repostas, mas e a vida? Como fica a vida daqueles que sofrem Bullyng e cometem suicídio por não aguentar tamanha pressão? E a vida de professores que saem de casa para dar aula, mas não sabem se vão voltar sem ser ferido ou morto por algum aluno? Parece dramático? Mas é isso que infelizmente tem acontecido em várias escolas pelo Brasil. Quando a violência não é praticada dentro da escola pelos alunos, são praticadas por seus familiares fora dela. Antigamente, havia-se respeito à figura do professor, mas hoje o professor passou a ser refém do aluno, assim como mostra a imagem acima.

Fonte: TONCHIS, Luiz Cláudio. Violência nas escolas e suas consequências. GGN O JORNAL DE TODOS OS BRASIS. Disponível em: <http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/violencia-na-escola-e-suas-consequencias>. Acesso em 03 de outubro de 2016.

BULLYNG E VIOLÊNCIA ESCOLAR NAS ESCOLAS
 Fonte: You Tube

Diante de todas essas dificuldades no Cotidiano Escolar, o Orientador Educacional não pode se intimidar e nem desistir do seu ideal. Pois nenhum obstáculo é maior que o sorriso de gratidão de um aluno que estava perdido e se encontrou depois de uma Orientação Educacional. 



TRIO

Andréa do Nascimento Sant´Anna. Matrícula: 14112080324

Cristiane Chagas do Nascimento Pereira. Matrícula: 14112080354

Danielly da Costa Meirelles. Matrícula: 14112080335




domingo, 2 de outubro de 2016

Os Desafios da Supervisão Escolar na Atualidade

                                    Resultado de imagem para charg supervisor escolar trabalho em conjunto 
Os desafios de hoje para orientadores e supervisores escolares, não são apenas as questões específicas da didática, mas também os temas que circundam a agressividade, a sexualidade, a religião, a morte, a raça e o gênero, atingindo a essência do aprender, segundo Medina. Nesse sentido se faz necessário o conhecimento em outras áreas e o aprofundamento desses temas. Na ação supervisora renovada, proposta por Medina, o trabalho tem em vista o sentido da vida humana, e por essa perspectiva, a supervisão e a orientação escolar estarão comprometidas no novo contexto de educar tendo como interesse principal o desenvolvimento do aluno, numa ação de parceria, onde o supervisor orienta, ensina, mas também aprende.
Professor e supervisor integrados com a comunidade em que a escola está inserida encontrarão resposta para as demandas desafiadoras da atualidade através da proposta de escola inclusiva onde todos os alunos podem aprender, participar e conviver nesse espaço social, compreendendo que as diferenças e a diversidade são características naturais, de promoção dos valores de humanidade, para que a escola seja um espaço social acolhedor e prazeroso, que promova o diálogo, a reflexão, o agir participativo, o respeito e flexibilidade.
Diante desses desafios é preciso um trabalho construído em conjunto com a participação da comunidade escolar, organizada para a superação das desigualdades, interferindo na realidade social, dos que buscam ensino de qualidade.

Referência
Medina, Antônia. Supervisão Escolar: Parceria político – pedagógico do Professor. Porto Alegre, 1995.



Postado por Odinamara Monteiro Raiol.

Grupo:
Odinamara Monteiro Raiol-14212080456-SPE
Marisa Francisca de Oliveira-14212080450-SPE
Maria de Fátima Alves Gonzaga Barbosa-15212080066-SPE